Tudo sobre empilhadeiras: 5 curiosidades sobre o seu funcionamento

Tudo sobre empilhadeiras: 5 curiosidades sobre o seu funcionamento

Indústria, logística, armazenagem… Os profissionais destes (e de muitos outros) setores sabem tudo sobre empilhadeiras. Afinal de contas, esta máquina torna seu trabalho muito mais fácil.

Apesar do uso corriqueiro, a operação destas máquinas não é tão simples quanto parece: seu funcionamento possui algumas particularidades que precisam ser levadas em conta por quem as opera ou coordena o trabalho que as envolve.

Acha que sabe tudo sobre empilhadeiras?

Então coloque seus conhecimentos à prova e confira estas 5 curiosidades sobre seu funcionamento:

 

     1. É preciso ter uma espécie de carteira de habilitação para operar empilhadeiras

Não basta subir em uma empilhadeira e começar a conduzi-la: é preciso aprender as técnicas de operação para fazer todo o trabalho com segurança!

A NR-11, que regula o transporte de cargas, prevê que o operador de empilhadeiras precisa se qualificar.

Durante o período de formação, o profissional aprende a manter a sua segurança, a de terceiros e a das cargas que transporta, fazendo com que o trabalho seja eficiente – e seguro – ao máximo.

 

     2. Assim como um carro, uma empilhadeira também tem marchas 

Achava que para conduzir uma empilhadeira basta acelerar e frear? Pense de novo!

Tal qual um carro, uma empilhadeira também tem marchas – inclusive marcha ré, importante para fazer as manobras necessárias de carga e descarga com precisão.

Além disso, nem todas funcionam da mesma maneira. Por exemplo: você pode tanto pilotar uma empilhadeira mais rápida, que chega a 20 km/h, quando uma mais lenta, que talvez chegue a 5 km/h.

 

     3. Mudar as peças de sua empilhadeira pode afetar sua capacidade 

Aprender tudo sobre empilhadeiras é complexo, inclusive seu projeto: todos os elementos da máquina são pensados para que ela possa transportar um peso máximo em itens. Mudanças, por mais insignificantes que pareçam, podem reduzir a sua capacidade e causar transtornos.

Um bom exemplo são os pneus: se na hora da troca, você optar por um modelo mais barato do que o indicado pelo fabricante, pode enfrentar problemas no funcionamento de sua empilhadeira.

 

     4. Cada carga deve ser empilhada de um modo diferente

 Não basta abaixar e levantar os garfos: ao fazer a carga e a descarga de uma empilhadeira, é preciso levar o material a ser transportado em consideração.

Por exemplo: no caso de chapas, o indicado é que a pilha tenha, no máximo, 2 metros de altura. Desta forma, você previne acidentes.

Além disso, ao fazer pilhas é importante que elas sejam feitas de materiais semelhantes. Por fim, ao ajustá-las, sempre o faça com a empilhadeira parada. Do contrário, pode haver acidentes.

 

     5. Como a empilhadeira não vira? A física explica!

 Tudo que tem massa – como o próprio corpo humano – tem um ponto centro de gravidade, que fica exatamente no centro do objeto.

É neste local que a gravidade atua. A empilhadeira é projetada de modo que este ponto fique em um local que não permite que ela vire no transporte, carga ou descarga de objetos.

 

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